JUSTIFICATIVA


Justificativa

No ano de 2004 o proponente estreou o Projeto “Brincando com o Folclore”,um Projeto de resgate de brincadeiras populares brasileiras, todas originárias das raízes étnicas formadoras do povo brasileiro. O Projeto, resultou em um espetáculo-jogo interativo para crianças e educadores: “Se Essa Rua Fosse Minha- Espetáculo de Brincar” que, além de já ter sido assistido por mais de 500 mil espectadores, foi merecedor de inúmeros Prêmios – Culturas Populares (MINC),  Pontinhos de Cultura (MINC – por duas vezes consecutivas), Valores do Brasil (Banco do Brasil), Brasil Criativo, entre outros.  De lá para cá, o projeto amadureceu, cresceu, rompeu fronteiras, sendo apresentado em inúmeras capitais brasileiras, além de Curitiba, sendo selecionado pelo projeto “SESC CBTIJ 2006” (Rio de Janeiro), Circuito Cultural Banco do Brasil (Museu Oscar Niemayer – Curitiba), CCBB Itinerante (Palácio das Artes – BH), entre inúmeras outras repercussões. Pensando em aprofundar ainda mais este importante trabalho de resgate e perpetuação de jogos e brinquedos brasileiros, muitos deles hoje quase esquecidos por uma infância tão envolvida com tecnologia, e, afastada do brinquedo de rua por inúmeros fatores, apresentamos o Projeto:

ORYAI – Brincando como os Curumins.

Um Projeto que pesquisará e selecionará brinquedos indígenas, para a montagem de um novo evento brincante, totalmente diferente do primeiro, guardando, porém as características de interatividade com a plateia, experiência de extremo sucesso em Brincando com o Folclore. O espetáculo brincante tem roteiro de Paula Giannini (autora de “Se Essa Rua Fosse Minha – Espetáculo de Brincar” – elogiado nacionalmente, Finalista ao Prêmio Oceanos 2018 com “Pequenas Mortes Cotidianas” entre inúmeros outros). O roteiro contará a história de crianças – indígenas e não indígenas, que se encontram para “dividir brincadeiras e experiências”.

No roteiro de brincadeiras, alguns jogos como: Rõkrã – Povo Kayapó, Kadjót – jogo de trançar fios em duplas, com as mãos, Peões – Povo Manchineri, Jogo da onça – parecido com o xadrez – Índios Bororos, Quebra-cabeça – índios Canela, Jogo de dado – Pareci, no Mato Grosso, Jogo do Gavião, Do Pacu, Wawin, Jogo do jacami, Do Jaguar e Zunidores, entre outros.  

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